Nas nossas propostas de site institucional você recebe as duas opções lado a lado: o mesmo design, as mesmas páginas, dois jeitos de construir. Esta página explica, sem enrolação, as vantagens e as desvantagens de cada caminho — para você escolher pelo seu perfil de uso, não pela moda.
A diferença entre as duas opções começa aqui: no caminho que o servidor percorre para entregar uma página. Tudo o mais — velocidade, segurança, manutenção — deriva disso.
O WordPress é um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) instalado no servidor. O site é composto pelo núcleo do WordPress, um tema (o design) e plugins (funções extras), com todo o conteúdo guardado em um banco de dados MySQL. Você edita textos, fotos e páginas em um painel de administração.
A cada visita
A página é montada na hora, a cada visita. Cache e plugins de performance encurtam o caminho, mas ele continua existindo.
O site é escrito diretamente em HTML, CSS e JavaScript enxutos e publicado como arquivos no servidor. PHP entra só onde precisa — formulários, um painel pequeno para dados que mudam sempre (lojas, unidades, vagas). Sem CMS, sem plugins, sem banco de dados pesado: só o que o site precisa.
A cada visita
A página já existe pronta. O servidor apenas entrega o arquivo — por isso a velocidade não depende de cache, plugin ou hospedagem forte.
Uma dúvida comum é achar que a opção "mais barata" entrega um site menor. Não. Nas nossas propostas, design, páginas e funcionalidades são idênticos nas duas opções — o que muda é quem edita o conteúdo, quão rápido carrega e quanto trabalho dá para manter.
Não existe resposta certa para todo mundo. Existe a resposta certa para a frequência com que o seu site muda e para quem vai cuidar dele.
Para quem quer mexer no site com frequência, sem depender de ninguém.
Para quem quer o site mais rápido, mais seguro e mais barato de manter que existe.
O PageSpeed Insights é a ferramenta do próprio Google para medir a velocidade de uma página. Ao lado, o relatório real do mundokaa.com.br, site institucional que construímos em código puro, gerado em 16/09/2026: 96 no celular e 98 no computador, com 100 em acessibilidade, práticas recomendadas e SEO.
O dia do lançamento é igual nas duas opções. A diferença aparece nos meses seguintes.
Foi o crescimento no número de vulnerabilidades descobertas no ecossistema WordPress em 2025, segundo o relatório State of WordPress Security 2026 da Patchstack. Das novas vulnerabilidades, 91% estavam em plugins e 9% em temas; o núcleo do WordPress em si teve apenas seis, todas de baixo risco. O problema não é o WordPress — é tudo o que se instala em cima dele.
Fonte: Patchstack, State of WordPress Security in 2026É a mesma tabela que entra em toda proposta de site institucional da MyEshop com as duas opções.
| Critério | A · WordPress | B · Código puro |
|---|---|---|
| Design e páginas | Iguaislayout exclusivo, mesmo mapa do site | Iguaiso mesmo projeto visual |
| Editar textos, fotos e banners | Você, no painel | Via MyEshoppor chamado, cotado por hora ou em pacote |
| Cadastrar um produto ou serviço novo | Você, no painelcampos da ficha padronizada | Via MyEshopvocê envia fotos e ficha; nós publicamos |
| Dados que mudam sempre (lojas, unidades, vagas) | Você, no painel | Você, no painel própriopainel leve incluído no projeto |
| Velocidade / PageSpeed | Baixamesmo com cache e plugins de performance, pesa mais e depende da hospedagem | ExcelenteHTML estático + CSS/JS mínimos |
| Segurança e atualizações | Exige rotinanúcleo, tema e plugins atualizados; backups | Superfície mínimasem CMS público para atacar |
| Formulários | Plugin de formulárioscom anti-spam e e-mail | PHP própriocom anti-spam e e-mail |
| Busca e filtros | Desenvolvidos sob medida | Desenvolvidos sob medidabusca instantânea no navegador |
| Hospedagem | Plano de entrada atende, mas pesa maisquanto mais plugins, mais servidor | Roda leve em qualquer planoinclusive nos planos de entrada |
| Custos recorrentes | Hospedagem + plugins pagos + manutenção | Só a hospedagem |
| Dependência da agência | Baixa | Médiapara conteúdo; nula para dados do painel e formulários |
| Evolução futura (blog, idiomas, área logada) | Plugins + configuração | Desenvolvimento |
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O preço do projeto é só a primeira linha da conta. Colocamos aqui as outras, que aparecem ao longo dos anos — sem valores, porque eles dependem do tamanho do site, e você recebe tudo fechado na proposta.
Regra prática: o WordPress custa menos no dia 1 e mais a cada mês. O código puro custa mais no dia 1 e quase nada depois — desde que o conteúdo mude pouco.
Responda pensando no uso real do site nos próximos dois anos — não no que seria bonito ter. O resultado é uma recomendação inicial; a decisão final a gente fecha juntos na proposta.
É um site escrito diretamente em HTML, CSS e JavaScript, publicado como arquivos no servidor, sem um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) por baixo. Formulários e pequenas áreas dinâmicas usam PHP enxuto. Sem plugins, sem tema comprado e sem banco de dados pesado: só o que o site precisa.
Não necessariamente, mas o WordPress monta cada página consultando o banco de dados e carregando tema e plugins, o que pesa mais que servir um arquivo pronto. Com cache, CDN e otimização de imagens é possível melhorar bastante, porém é um trabalho contínuo e que depende da hospedagem. Um site em código puro nasce rápido e costuma manter nota alta no PageSpeed sem esforço extra.
O código puro tem superfície de ataque mínima: não há painel público de administração nem plugins para explorar. O WordPress é a plataforma mais usada do mundo e, por isso, a mais atacada; segundo o relatório State of WordPress Security 2026 da Patchstack, 91% das vulnerabilidades descobertas em 2025 estavam em plugins e 9% em temas. Ele exige rotina de atualização e backup.
Textos, fotos e páginas passam pela agência por chamado, atendido com agilidade. Áreas que mudam sempre, como uma lista de lojas ou de unidades, ganham um painel próprio e leve, com login, para você atualizar sem depender de ninguém.
Depende do horizonte. Construir em WordPress costuma custar menos, porque parte da estrutura já existe. Construir em código puro custa mais, porque cada página é feita à mão. Ao longo do tempo a conta inverte: o WordPress pede hospedagem mais forte, plugins pagos e manutenção técnica recorrente; o código puro roda em plano de entrada e praticamente não tem manutenção.
Sim. O design, os textos e as fotos são os mesmos nas duas opções, então a migração é um trabalho técnico de reconstrução da base, não um site novo do zero. O mais comum é começar em código puro e adotar um CMS apenas se a frequência de publicação crescer muito.
Conte em uma frase o que o site precisa fazer. Devolvemos uma proposta com o mapa do site, o design exclusivo e as duas formas de construir, lado a lado, com investimento fechado em cada uma.